terça-feira, 21 de novembro de 2017

SÍMBOLOS DE TÍTULOS Parte 04

A quarta parte desse especial mostra quem personificou os títulos que o Corinthians conquistou na segunda década dos anos 2000.

Tite

TITE

Adenor Leonardo Bachi, o Tite, chegou ao Corinthians, na sua segunda passagem pelo clube, sem muito alarde e bem desacreditado tanto pela torcida, quanto pela diretoria. Mas, o então presidente Andrés Sanches o bancou no cargo e Tite se transformou no maior técnico da história corintiana.
O título de 2011, embora tenha contado com grandes atletas no elenco, teve o dedo direto do técnico, transformando-o, assim, no símbolo daquela conquista.






EMERSON
Emerson

Márcio. O nome dele é Márcio. Mas, é como Émerson que ele ficou conhecido no mundo do futebol e se tornou ídolo da torcida corintiana. A Taça Libertadores da América de 2012 tem um nome e o nome é esse que ele usa para jogar bola: Emerson.
Ninguém foi tão Corinthians numa Libertadores quanto Emerson. Talvez, por isso, o Corinthians nunca havia conquistado tal título. Quando alguém incorporou o espírito corintiano em campo, o Timão conquistou, de forma invicta, o torneio sul-americano, obsessão dos rivais que, até então, era a de que o alvinegro nunca conquistasse.
Emerson acabou com isso e simbolizou o conquista para sempre.


Guerrero

GUERRERO

Pra conquistar o segundo mundial de sua história, o Corinthians contou com vários talentos em seu plantel, do goleiro Cássio, ao técnico Tite, passando por Chicão, Alessandro, Paulinho, Danilo, Emerson, etc...
Mas, o autor do gol que deu o título ao Timão, simboliza a conquista. O peruano Guerrero entrou para a história do Corinthians, mas ele ainda não tem noção do que é ser um ídolo do Timão. A ficha vai cair anos depois dele parar de jogar. Deixo aqui registrado essa afirmação. Guerrero mora no coração alvinegro.




DANILO
Danilo

O que dizer desse jogador, que ganhou notoriedade jogando pelo freguês rival, mas que se consagrou com a camisa corintiana???
Danilo é o símbolo da conquista do Paulistão 2013 e também da Recopa Sul Americana, em ambos, marcando o gol do título contra o Santos e contra o ex-clube, respectivamente.
Não por acaso, o técnico Tite o colocou como capitão para erguer o troféu da conquista da Recopa-13.
Danilo é símbolo de raça e técnica no Timão. E é o símbolo destas conquistas, sem dúvida nenhuma.


Renato Augusto

RENATO AUGUSTO

O ano de 2015 foi de altos e baixos no Corinthians. Num começo arrasador, passando por momentos de crise e, enfim, a conquista avassaladora do Brasileirão, teve, como símbolo máximo daquela conquista, um jogador que, por conta de insistentes lesões, tinha a sua carreira desacreditada por muitos.
Renato Augusto superou tudo com a força que um atleta precisa ter para vestir o manto corintiano e comandou a equipe rumo ao sexto título brasileiro de sua gloriosa história.






ROMERO
Romero

Ninguém foi mais massacrado do que Romero no Corinthians. Ninguém. E ninguém aguentou tudo calado, esperando a chance para dar a volta por cima igual ao paraguaio.
E, quando ele teve a chance de, enfim, se tornar titular no esquema do técnico Fábio Carille, Romero correspondeu e se tornou símbolo de raça e determinação, além de exemplo de obediência tática e de preparo físico.
Técnica? Não falemos disso. Romero supera a falta de técnica com todos atributos que ele tem.




Essa ninguém esperava. Ninguém. Todos já davam como certa o final de carreira de Jô para clubes grandes.
Quando Jô chegou no Corinthians no final de 2016, praticamente entrando pelas portas do fundo, todos desacreditaram o seu potencial. Jô se calou. Continuou calado. E trabalhou. Tornou-se o símbolo do título do Brasileirão 2017, o sétimo do Corinthians, jogando muito, mostrando o potencial e a garra que o terrão da Fazendinha ensinou.

Nenhum comentário:

Postar um comentário