domingo, 19 de novembro de 2017

SÍMBOLOS DE TÍTULOS Parte 02

A parte 02 desta série de quem simbolizou cada título do Corinthians após o seu ressurgimento em 77 entra nos anos 90, década de muitas glórias do Corinthians.
Vamos conferir:


Neto

NETO

Não tem como negar. Não tem como esconder. Não dá pra escolher outra pessoa que simbolize a grande conquista do Campeonato Brasileiro de 1990, a primeira da história corintiana, que não seja José Ferreira Neto, o Neto, o nosso camisa 10, que levou sim esse time nas costas. Tínhamos jogadores de respeito, como o Ronaldo, Márcio, Giba, Marcelo e Wilson Mano, mas, sem o talento do Neto, teríamos apenas participado do campeonato. Com as suas atuações justificando ser, naquele momento, o melhor jogador do futebol brasileiro, fomos protagonistas.
Obrigado, Neto. Pode continuar falando as suas besteiras na televisão até hoje, a gente nem liga. Você tem 200 anos de crédito com a gente.




Marcelinho

MARCELINHO

Em 1994 chegou ao Parque São Jorge, sem muito alarde, aquele que seria o maior jogador da história do Corinthians: Marcelinho.
Discussões à parte sobre esse tema, é indiscutível a sua façanha com a camisa alvinegra ao longo dos anos em que atuou pelo Timão.
Marcelinho jogava, xingava, brigava e encantava.
De uma entrega pouco vista na história do clube, Marcelinho se tornou o símbolo das conquistas de 1995, Copa do Brasil e Campeonato Paulista.
Da primeira, marcou o gol do título inédito. Da segunda, não deixou que o time do Palmeiras, bancado com o dinheiro da fábrica do leite, conquistasse mais um título em cima da gente (daquele jeito que todos sabem, né?). Tratou de garantir o título com muita luta, muita determinação e entrega.
Obrigado por tudo Marcelinho.



Túlio

TÚLIO

Ele não é um ídolo do Corinthians, não se identificou em nada com o clube, mas, quando se fala no título Paulista de 1997, a gente logo lembra dele, Túlio.
Apesar de ter perdido a posição de titular durante a competição, Túlio Maravilha foi o artilheiro do Corinthians naquele campeonato com 13 gols. Mas, embora fosse um artilheiro nato, não se encaixava no esquema tático que o técnico Nelsinho Baptista elaborou para fazer aquele time funcionar.
Então, dessa forma, entre brigas, soberbas, futebol bem e mal jogado e outras coisas mais, Túlio se tornou o símbolo do título daquele ano.



LUXEMBURGO
Luxemburgo

Podemos dizer várias coisas, mas, uma coisa não podemos negar: Wanderlei Luxemburgo foi o responsável pelo título do Campeonato Brasileiro de 1998. Mesmo sendo o que ele sempre foi, exibido, briguento e tantas outras coisas que atrapalharam a sua carreira, ele, na época, era o melhor comandante do país e transformou um bagunçado Corinthians, num potente, histórico e quase imbatível time de futebol. Embora, ainda bagunçado.








Edílson

EDÍLSON

Não tem como esquecer as embaixadinhas do Capetinha Edílson na final do Paulistão de 1999. Não tem. Porém, a gente acaba se esquecendo o que esse atacante, que jogava com a 10, jogou de bola naqueles tres anos e meio de Corinthians.
O Paulistão de 99 foi dele. As suas embaixadinhas na final, fizeram todo corintiano vivo vibrar e, quem assistiu aquilo, seja da arquibancada ou da televisão, jamais se esquecerá.








MARCELINHO
Marcelinho

Não dá pra não reconhecer o que o Marcelinho fez na história do Corinthians naqueles anos 90. Não dá. Por mim, ele seria o símbolo de todos aqueles títulos. Mas, a gente deve sempre exaltar as pessoas que também fizeram a sua parte para a honra e a glória do Timão.
Mas, Marcelinho é Marcelinho.
Já tinha sido o melhor jogador do Brasileirão de 98 (mesmo tendo sido afastado por alguns jogos pelo técnico naquela ocasião) e, no Brasileirão de 99, repetiu a dose.
Mesmo com investimento pesado na contratação de alguns jogadores já consagrados, se não tivéssemos Marcelinho no time, talvez não chegaríamos ao título.
Certamente, o maior jogador da história do Corinthians.

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